Governo se Mobiliza para Manter Vetos em Votação Remota no Congresso
Articulação de Lula busca adiar decisão sobre vetos presidenciais controversos
Com a iminente ameaça de derrota em vetos cruciais para o Planalto, o time de articuladores liderado por Lula entrou em ação para garantir a viabilidade da votação remota na sessão do Congresso que analisará os vetos presidenciais, agendada para esta terça-feira (28).
Os apoiadores do ex-presidente buscam adiar a votação que diz respeito ao fim das "saidinhas", um tema sensível que tem provocado celebração entre determinados grupos pelo veto mantido. Entretanto, há uma previsão de ampla maioria parlamentar para a derrubada desse veto.
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Para o senador Ciro Nogueira (PP-PI), o governo enfrenta mais uma derrota, refletindo uma série de perdas no Legislativo devido à defesa de pautas controversas.
A incerteza é tamanha que, segundo o petista José Neto (BA), o governo sequer conseguiu decidir se irá ou não impor uma posição unificada sobre a votação.
Segundo contagens do senador Izalci (PL-DF), o Senado deve contribuir com cerca de 50 votos para rejeitar o veto ao projeto em questão. Na Câmara, a manutenção do veto é vista como improvável. O deputado Maurício Marcon (Pode-RS) acredita que o veto será derrubado com uma margem de "400 votos ou mais".
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Entendendo a Votação Remota:
A votação remota na Câmara dos Deputados é um sistema que permite que os parlamentares votem em propostas legislativas e participem de sessões deliberativas sem a necessidade de estarem fisicamente presentes no plenário.
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