Moraes: O Campeão do Feticídio e Defensor da Linguagem Neutra
Ministro do STF suspende resolução do CFM e libera interrupção de gravidez até o final, além de intervir na linguagem neutra nas escolas.
Em uma demonstração espetacular de seu poder supremo, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu que o Conselho Federal de Medicina (CFM) não tem a menor ideia do que está fazendo. Em 17 de abril, Moraes suspendeu a resolução do CFM que proibia a assistolia fetal em casos de gravidez decorrente de estupro, considerando que o Conselho abusou de seu poder regulamentar. Parece que, para Moraes, o direito de interromper a gravidez até o último momento é inquestionável, independentemente das implicações éticas ou profissionais.
Publicidade

No início do governo Lula, o limite de vinte e duas semanas para a interrupção de gravidez em casos de estupro foi descartado. Agora, a prática pode ocorrer até os nove meses de gestação. Um caso notório envolveu uma médica que, recusando-se a interromper uma gestação de mais de seis meses, foi judicialmente forçada a realizar o procedimento. O CFM, tentando proteger seus profissionais de ordens judiciais absurdas, proibiu a assistolia fetal através da Resolução 2378/24. Mas Moraes, sempre atento ao que realmente importa, suspendeu essa resolução a pedido do PSOL, um partido conhecido por sua paixão pelo aborto.
Publicidade

A assistolia fetal, um método que consiste em injetar cloreto de potássio no feto, causando um ataque cardíaco, foi comparada pela ex-deputada Janaina Paschoal a uma prática tão dolorosa que é proibida até para eutanásia de animais. Mas quem liga para ética quando se tem uma agenda progressista a cumprir?
O Conselho Federal de Medicina está, claro, preparando um recurso contra essa decisão que ainda será submetida a referendo do Plenário. Mas vamos ser sinceros, quem vai apostar contra o poder de uma canetada de Moraes?
Publicidade

E porque o ministro não sabe parar quando está à frente, ele também decidiu intervir em outra questão fundamental: a linguagem neutra. Moraes suspendeu leis municipais em Ibirité (MG) e Águas Lindas (GO) que proibiam o uso da linguagem neutra nas escolas públicas e privadas. Essas leis eram uma tentativa de evitar que o "dialeto não binário" invadisse o material didático e administrativo, mas, claro, não passaram pelo crivo progressista do STF.
Publicidade

A Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas (ABRAFH) e a Aliança Nacional LGBTI+ agradeceram a intervenção. Afinal, por que permitir que comunidades locais decidam sobre suas próprias políticas educacionais quando se pode impor uma agenda de cima para baixo?
Com uma mão Moraes censura a oposição, e com a outra, ele facilita a imposição da engenharia social progressista. Tudo em um dia de trabalho para o ministro do STF.
Comentários (0)