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Chega a Época das Denúncias: Advogado Aciona Ministério Público após Revelações em Maribondo e Palmeira dos Índios

Chegou a época das denuncias

Chega a Época das Denúncias: Advogado Aciona Ministério Público após Revelações em Maribondo e Palmeira dos Índios
Chega a Época das Denúncias: Advogado Aciona Ministério Público após Revelações em Maribondo e Palmeira dos Índios (Foto: Reprodução)


Numa demonstração corajosa contra supostas práticas que colocam em risco a integridade e a democracia no âmbito municipal, o advogado Vladimir Barros deu entrada com uma representação junto ao Ministério Público Estadual após denúncias feitas por vereadores durante uma sessão plenária da Câmara Municipal de Palmeira dos Índios, ocorrida na última quarta-feira, dia 20.

As acusações feitas pelos vereadores, que apontam uma série de alegadas perseguições a servidores públicos pela gestão municipal atual, acenderam um alerta sobre a saúde democrática e a liberdade política na cidade.

Vladimir Barros, que além de advogado, também é servidor municipal, já havia apresentado uma representação anteriormente, alegando ser ele próprio alvo de perseguição política desde 2019. Essa nova ação reforça a persistência de um ambiente de intimidação e coerção que parece ter se enraizado nas estruturas de poder local.

Novas Denúncias em Maribondo

Paralelamente, uma denúncia semelhante foi encaminhada ao Ministério Público de Alagoas (MPAL) com a alegação de que funcionários foram punidos por apoiarem grupos opositores na cidade de Maribondo.

Os vereadores João Izidro de Lima Netto, José Cledson dos Santos da Silva e Vanda Maria Florentino Ferreira formalizaram uma denúncia junto ao MPAL contra a prefeita Leopoldina Amorim em 5 de março. A denúncia alega que a gestora do município atua contra funcionários da prefeitura que não a apoiam politicamente, configurando um possível crime de abuso de poder.

Além disso, segundo os parlamentares envolvidos na acusação, a denúncia foi motivada pela remoção sem justa causa de servidores públicos municipais estatutários, sem qualquer comunicação prévia.

Os três vereadores destacaram ainda que essas remoções ocorreram supostamente com a conivência dos servidores punidos a um grupo político opositor, liderado pela prefeita.

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