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Ex-Governador, Pezão Retorna à Política Como Candidato à Prefeitura Com 28 Mil Habitantes

Ex-governador, que tem apoio de 10 partidos, vai concorrerá e eleição no município de Piraí, onde já foi prefeito de 1997 a 2005

Ex-Governador, Pezão Retorna à Política Como Candidato à Prefeitura Com 28 Mil Habitantes
Ex-Governador, Pezão Retorna à Política Como Candidato à Prefeitura Com 28 Mil Habitantes (Foto: Reprodução)

O ex-governador Luiz Fernando Pezão, que estava afastado da política desde 2018, quando foi preso no fim de seu mandato, vai retornar às urnas.

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Neste domingo, ele oficializou sua candidatura a prefeito de Pirai, município de onde é natural e que esteve à frente do Executivo municipal de 1997 a 2005. A cidade da Região do Médio Paraíba fluminense tem 28 mi habitantes.

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Filiado ao MDB, a candidatura de Pezão conta com o apoio de outros nove partidos, entre eles o PT, legenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e PSD, do atual prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e que indicou o vice da chapa, o vereador de Piraí Alexsandro Sena (PSD).

O ex-governador Luiz Fernando Pezão, que estava afastado da política desde 2018, quando foi preso no fim de seu mandato, vai retornar às urnas.

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Neste domingo, ele oficializou sua candidatura a prefeito de Pirai, município de onde é natural e que esteve à frente do Executivo municipal de 1997 a 2005. A cidade da Região do Médio Paraíba fluminense tem 28 mi habitantes.

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Filiado ao MDB, a candidatura de Pezão conta com o apoio de outros nove partidos, entre eles o PT, legenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e PSD, do atual prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e que indicou o vice da chapa, o vereador de Piraí Alexsandro Sena (PSD).

O emedebista ficou atrás das grades entre novembro de 2018 e dezembro de 2019. Em junho de 2021, ele chegou a ser condenado a 98 anos de prisão pelos crimes de corrupção passiva, ativa, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

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No ano passado, porém, o ex-governador foi absolvido após anulação das sentenças do então juiz federal Marcelo Bretas, que julgou os casos.

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