Mãe com Histórico de Transtornos Psicológicos é Presa em Rio Largo: Até Quando a Falta de Assistência Persistirá?
A tragédia que culminou na morte de uma criança evidencia a negligência com a saúde mental e a falta de apoio às famílias
Um vídeo que circula pelas redes sociais revela o momento em que Thamiris Braga, de 35 anos, é presa em Rio Largo, Região Metropolitana de Maceió. Acusada de assassinar sua filha de apenas 7 anos durante um surto psicótico, Thamiris agora enfrenta as consequências de uma tragédia que poderia ter sido evitada com a devida assistência.
Publicidade

De acordo com o 8º Batalhão de Polícia Militar (BPM), vizinhos escutaram gritos de socorro vindos da residência de Thamiris. Ao adentrar o local, encontraram a criança L.M. gravemente ferida. Socorrida e levada ao Hospital Ib Gatto Falcão, infelizmente não resistiu aos ferimentos.
Publicidade

Fontes extraoficiais indicam que Thamiris apresentava sinais evidentes de transtornos psiquiátricos. Apesar de negar a autoria do crime, ela foi detida com base nos relatos dos vizinhos e encaminhada à Central de Flagrantes em Maceió. A Polícia Militar informou que o pai da vítima estava no trabalho no momento do ocorrido. Além dos ferimentos de faca no pescoço, a jovem apresentava hematomas pelo corpo, sugerindo agressões anteriores.
O vídeo, abaixo, da detenção de Thamiris Braga mostra o momento em que a suspeita é levada pelas autoridades, destacando a gravidade da situação.
Publicidade

Este caso lamentável ressalta a urgência de uma discussão séria sobre a saúde mental no Brasil. A falta de apoio e tratamento adequado para indivíduos com transtornos psiquiátricos continua a resultar em tragédias evitáveis. A responsabilidade recai não apenas sobre a família, mas também sobre um sistema de saúde que falha em oferecer a assistência necessária. É imperativo que o governo Lula e suas políticas para a saúde mental sejam rigorosamente avaliadas e criticadas, dado que a negligência pode ter consequências fatais para as famílias brasileiras.
ASSISTA O MOMENTO DA PRISÃO:
Comentários (0)